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Boas Trocas…

Confesso, tenho preguiça de final de ano!

Toda a dinâmica que gira em torno das festas, trânsito, decoração de natal e luzes por toda a parte, turismo urbano caótico e mais a caça aos presentes… me dá vontade de fugir!  E muitas vezes é exatamente isso que eu faço, mas não adianta muito, não é mesmo?!

E me passa um daqueles pensamentos insistentes pela cabeça… Porque razão temos que passar por esse período do ano de forma tão sistemática? Afinal, qual é e aonde está o significado das “festas de fim de ano”?

Bom, esta é uma pergunta bastante pessoal, pois cada um pode dar às festas o significado que preferir… mas, particularmente, gostaria de imprimir a este momento de reunião um valor mais simples de confraternização familiar, “celebração do encontro”.

Alterando e resignificando os “rituais”, a troca de presentes poderia ser literalmente uma “troca” e não apenas de coisas que compramos para esta ocasião, mas de algo mais significativo… é tão bom quando podemos presentear alguém com significado, mesmo quando o “presente” seja uma experiência, um conhecimento, ou mesmo uma lembrança que tenha valor tanto para quem dá como para quem recebe.

Alguém já disse,  aquilo que damos com coração é o que é realmente nosso. O sentido dessa frase para mim está no significado que impingimos ao que damos, não interessa o que seja, pode ser uma palavra, um abraço.

Para inspirar meu coração na busca do que quero trocar neste natal, quero mergulhar dentro de mim e procurar nas minhas lembranças algo que considero valioso… (talvez aquela receita de biscoitos da vovó? talvez um caderno para anotar os sonhos? talvez músicas especiais?…) E com todo meu carinho dedicar a minha troca como símbolo do meu carinho pela família e pelos amigos queridos que dela também fazem parte.

Rápido & d e v a g a r

Subjetivo, mental, suscetível ao ambiente e à quantidade de informações inseridas neste, o tempo em que vivemos é rápido.

Aquela incomoda sensação de que as vinte e quatro horas não são suficientes para um dia tipicamente urbano, parece contrastar com a lentidão do relógio no mesmo dia em outra época ou lugar.

É o excesso de informação que dirige nossa atenção em diversas direções, desviando a mente do momento presente e causando a impressão de aceleração do tempo.

O antídoto é um exercício desafiador, tentar manter-se no momento presente, sem projetar-se para o futuro ou passado o tempo todo. Contemplar o agora não importa o que esteja fazendo.

Mas além de diminuir a quantidade de informação e exercitar-se no aqui agora, lembre-se o tempo é também uma questão de escolha.

E escolher o que se quer priorizar ou como se quer valorar cada momento pode ser a chave para fazermos as pazes com o relógio.

Ser ou não ser o trânsito?!

“Você não está no trânsito. Você é o trânsito”. A frase inspirou o vídeo brasileiro premiado no concurso mundial da Siemens sobre sustentabilidade.

O que nos faz acreditar que o trânsito são os outros? Confira o vídeo pode nos inspirar a transformar de maneira positiva o nosso dia a dia.

O entorno das escolhas

O nosso ambiente a gente é quem cria?
Se a vida é composta de milhares de pequenas escolhas, todos os dias.
E aquilo que nos rodeia, que nos circula, é reflexo das opções que fazemos a cada instante.

Sim! O nosso ambiente é a gente quem cria.

E de que vale criar um universo particular?
Não se trata de criar um ambiente isolado, ninguém vive sozinho…
a paz reside em acolher cada vizinho.

O nosso ambiente você também pode criar.

Idéias e atitudes se juntam, ressoam…
Tem o poder de influenciar, mudar o ambiente.
E posso garantir, todo mundo sente.