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Oficina de Terrários – 26/04!

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O objetivo da Oficina de Terrários é proporcionar o contato direto com a natureza através da prática de micro jardinagem, possibilitando o aprendizado de como montar um terrário a partir do entendimento das necessidades naturais de cada espécie, observando seus ciclos, tal como acontece na natureza.

COLOQUE AS MÃOS NA TERRA CONOSCO!

A oficina acontecerá no dia 26 de abril, das 11:00 às 14:00, aqui em São Paulo, na rua Ministro de Godói, 471, no bairro de Perdizes – bem pertinho do Parque da Água Branca.

Além de aprender técnicas de cultivo de diferentes tipos de terrários, cada participante vai colocar as mãos na terra para criar seu próprio terrário fechado de musgo e levá-lo para casa!

As vagas são limitadas e para participar é preciso se inscrever antecipadamente.

Até breve!

Ambiente Circular no Terra Rara!

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Na semana passada estivemos no programa Terra Rara, da Rádio Moarandu, contando sobre a trajetória do projeto Ambiente Circular e nossas perspectivas.

Confira trechos do programa:

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O programa Terra Rara vai ao ar todas as quintas feiras, às 20:00, pela web (www.radiomoarandu.com.br/radio) e tem como foco ecologia e sustentabilidade, apresentando entrevistas, considerações e debates sobre questões da atualidade que afetam a qualidade de vida do planeta.

Nossos agradecimentos a Ruy de Oliveira Jacques, Luiz Deganello e Beatriz Goldman

Não há jogar fora…

Do ponto de vista do planeta, não há jogar fora!

Repensar a forma que vivemos e consumimos – não apenas em relação a quantidade, mas também em relação aos aspectos qualitativos – começa com cada um de nós individualmente conectados e conscientes.

Para reflexões sobre o tema consumo crítico e solidário, a sugestão é consultar o trabalho da professora universitária, pós-doutoranda do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, Luciane Lucas dos Santos – monoculturadoconsumo.blogspot.pt

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Linguagem Corporal

Para ver e refletir: a cientista Amy Cuddy traz informações sobre como a linguagem corporal pode afetar nosso entorno e nossas experiências e como a sabedoria do corpo pode nos ajudar a transformar o que vivenciamos.

 

“Azar do Brasil”, Ruy Castro

O retrato da desconexão com o interesse público na coluna de hoje (19/04) de Ruy Castro na Folha de São Paulo, abaixo transcrita.

“A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse ao jornal gaúcho “Zero Hora” que “acha lindo engarrafamento”, pois “seu negócio é vender combustível”. E informou, orgulhosa: “Estou faturando”. Pelo visto, parece satisfeita com os engarrafamentos que vê a bordo de seu helicóptero ou de que toma conhecimento pelo rádio e pela TV.Como o verbo é livre a ponto de comportar tais afirmações, atrevo-me a dizer que preferiria uma pessoa mais delicada à frente da Petrobras. Por mais que tenha vindo ao mundo para vender gasolina, seu cargo não a autoriza a se comportar como uma frentista de estrada. A Petrobras deve ter compromissos com o povo que a sustenta, e não apenas com o conteúdo dos buracos que perfura.É verdade que a culpa dos engarrafamentos não é exatamente sua, mas do governo a que pertence –o qual vive baixando alíquotas e estimulando a produção e venda de carros para fechar suas contas, com o que asfixia e torna inabitáveis nossas cidades. Isso a despeito da tendência internacional a devolver as cidades aos cidadãos, tirando carros da rua e estimulando o transporte público, as bicicletas e a simples caminhada.

Sei também que o pensamento de Graça Foster deve repetir o de todos que a antecederam na presidência da Petrobras, e que a esta cabe somente cuidar de seus negócios, não “pensar o país”. Talvez devêssemos até agradecer-lhe por ser tão franca: ao contrário de seus antecessores, mais dissimulados, ela torce explicitamente pelo carro, pelo engarrafamento, pelo mau humor no trânsito, pela poluição, e contra o cidadão que lhe paga o salário e compra a sua gasolina.

A tal desprezo pelo equilíbrio urbano e pela qualidade de vida dos brasileiros das cidades, deve corresponder um equivalente pelos contínuos estragos ambientais provocados por sua empresa. Azar do Brasil.”

Desapego – caminhos e indagações…

tumblr_m6wwo4U7sk1rs81xfo1_500Quando o tema é desapego, me passa pela mente que para seguir adiante é preciso saber romper de alguma forma com o passado e encarar o que se apresenta.

É a indagação do “Profeta”, de Khalil Gibran, que em busca do conhecimento, ao ver o navio que por muito procurara aproximar-se, realizou que o dia do encontro é o mesmo que o da separação, que para viver o futuro não se pode estar preso ao passado… mas nossas vivências e verdades passageiras podem modificar nosso entorno e a nós mesmos para sempre.

Há um alívio dolorido em deixar ir… pois o novo só entra quando abrimos espaço.

Nesse sentido, considerando que a velocidade com que consumimos informações, ideias, produtos nunca foi tão excessiva, será que todo esse consumo é fruto de reais escolhas, de escolhas conscientes? E que espaço deixamos para o novo entrar? Será que sobrou espaço para troca, para a partilha, para a conexão? E qual valor ou significado damos para essas relações?

Para mim nada foi mais esclarecedor do que vivenciar esses tantos conceitos (desapego, conexão, valor com significado, troca e consumo consciente) em uma feira de trocas – alternativa de consumo organizada em bases de reciprocidade. Há alguns meses, experimentamos organizar e participar de uma feira de trocas e essa experiência simples e pequena pôde render compreensão e conclusões valorosas para as dúvidas de todo o grupo.

Em São Paulo existem feiras de trocas que acontecem regularmente, mas você também pode organizar uma no seu bairro, condomínio ou no trabalho, porque não?

Ainda que pareça ingênua (como quase toda a proposta simples que se apresenta), a feira de trocas pressupõe apenas que, em uma data e local, cada participante leve itens materiais e conhecimentos que possam ser objeto de troca. Assim, em um passeio pelo espaço de exposição em que cada participante expõe seus itens é possível conectar-se para estabelecer trocas.