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ambiente circular ❉ criações vivas

É com carinho que apresento a vocês:  ambiente circular ❉ criações vivas.

Reflexo criativo do trabalho e dos conceitos expressos aqui no ambiente circular | ❉ natureza ❉ convivência ❉ arte ❉, as criações vivas surgiram no intuito de sensibilizar e conectar o dia-a-dia urbano à natureza.

Desenvolvemos objetos vivos de contemplação. São mini jardins encapsulados em terrários, miniaturas em cenas cotidianas, retratando um mundo em que o homem está sempre em conexão com a natureza.

Com o lema, algo belo para compartilhar, espalhar natureza e satisfazer além do olhar, acreditamos possível transformar nosso dia a dia, trazendo a sutileza das plantinhas vivas para bem perto de nós.

Sejam bem vindos aos jardins do ambiente circular…

obtenha mais informações e descubra as possibilidades aqui.

A cidade seca?

Águas esquecidas, rios mortos, será que teríamos períodos de seca como o dos últimos meses em São Paulo, se as centenas de rios que percorrem a cidade tivessem sua natureza preservada e respeitada?

O incrível trabalho da ONG Rios e Ruas promove reconhecimento do curso dos rios canalizados em SP, proporcionando o contato e a sensibilização para as reais causas de problemas como as enchentes e poluição dos rios na cidade de São Paulo.

E para conhecer melhor a história das águas de São Paulo, vale conferir o documentário “Entre Rios”, 2009 – Caio Ferraz.

Invisibilidade

Humanizar as relações para combater as violências sociais, pense nisso.

O curta “Eu Existo“, produzido pelo Centro Acadêmico XI de Agosto, denuncia a invisibilidade e violência em relação aos moradores de rua no centro de São Paulo.

Para ajudar a ampliar o olhar, vale a pena ler a a experiência descrita na reportagem de Jhony Arai para Vida Simples (04/2012) – “O que aprendi ao morar na rua“.

SER humano no trajeto

Cidade ou hospício?o artigo publicado pela revista Carta Capital em maio deste ano retrata a realidade do deslocamento em São Paulo, a violência, o ruído e a poluição a que o paulistano é exposto ao enfrentar de duas a quatro horas de trânsito por dia.

Assustador. São 11 milhões de habitantes em uma cidade gigantesca, com péssima distribuição da população e de trabalho, mais de 7 milhões de veículos, rádios dedicadas exclusivamente ao trânsito, transporte público insuficiente para a necessidade de circulação da população. Ou seja, a os instrumentos de política urbana são incapazes de garantir qualidade de vida para o cidadão.

Os efeitos dessa loucura se confundem com as causas, efeitos reativos, ausência de saúde em sentido amplo, aumento da violência e de todo o tipo de poluição. Quem está no trajeto pode perceber o poder da onda de raiva que atormenta o cidadão e contagia.

Somos zumbis? Houve um tempo em que andar num ônibus da CMTC e olhar a cidade por cima dos carros sentindo o vento no rosto era gostoso… não é mais.

É preciso querer sair da onda de raiva, querer nadar contra essa maré de insanidade e inventar você mesmo um sentido diferente, um método próprio capaz de distinguir e conter o ciclo dos efeitos reativos.

Somos humanos que com tamanha violência não nos reconhecemos mais.

Mafalda (Quino)

E para nos reconhecermos, nasceu a idéia…

O exercício de deslocamento – SER humano no trajeto – foi idealizado para encorajar e manter dentro de si mesmo o aspecto humano durante o trajeto, enxergando na multidão cada pessoa como se fosse a si mesmo.

Como atividade de atenção, auxilia a manter o foco no presente, sem desviar a atenção incessantemente para o passado e o futuro, quando estamos a caminho de algum lugar. Assim fica mais fácil enxergar as pessoas no caminho e interagir com elas, ao invés de vermos o outro apenas como barreira.

Quantas vezes, no caminho de casa ou do trabalho, estamos pensando em como seria… ou como será… (o famoso, “e se”). Essa ansiedade, no geral, não ajuda muito… pois quase sempre ela invade todo o “espaço” disponível e engole as possibilidades da pausa.

A atividade visa reforçar o caráter humano em condições adversas e para isso exercita o foco no presente, preservando os momentos de pausa.

Atenção e gentileza podem ser usadas tanto para quem se desloca de carro, quanto para quem vai à pé. Funciona assim:

Impactos da linha laranja

Ontem, terça-feira, dia 08 de maio de 2012, no final da tarde, foi realizada audiência pública para discutir e esclarecer o Estudo de Impacto Ambiental do empreendimento “Linha 6 Laranja do Metrô – Brasilândia / São Joaquim”.

O maior impacto do dia, entretanto, foi o causado pelo Decreto estadual n. 58.025, promulgado também ontem, que declara de utilidade pública 406 imóveis nos bairros da Freguesia do Ó, Lapa, Barra Funda, Perdizes, Consolação, Bela Vista e Liberdade, visando desapropriação dos mesmos para implantação da Linha 6 – Laranja do Metrô.

Confira pelos links abaixo detalhes dos impactos do empreendimento:

– a íntegra o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório, assim como o  Programa de Compensação Ambiental, integrantes do Licenciamento

– e o texto do Decreto estadual n. 58.025/2012, que determina as áreas de utilidade pública e imóveis que serão desapropriados.