Estamos falando a mesma língua?

Para uma comunicação eficaz, um diálogo, deve haver um mínimo de esforço de compreensão entre os sujeitos envolvidos, sem o qual não se pode decifrar corretamente as diferenças de linguagem, por exemplo.

Mas afinal de contas, por onde anda a disposição para assimilar ou se fazer entender?

Contra senso da aceleração das informações nos dias de hoje, o aumento das barreiras da comunicação, muitas vezes, é retrato da inabilidade de escuta ou da “automação do discurso”.

Essa falta de cuidado na relação entre os sujeitos é reproduzida em larga escala no cotidiano, podendo deixar para trás as possibilidades do bom conviver.  Escutar alguém, se colocar em seu lugar, trocar experiências… são pequenos gestos valiosos de ligação entre as pessoas.

Até que ponto, em nossas relações diárias, não reproduzimos esta mesma indiferença? Tomar consciência desta tendência é um ótimo antídoto.

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