Categoria: sequências informativas

perspectivas e formas de olhar.

Plantas ao alto!!

 Vamos lá, aceitamos o desafio, a partir deste mês o Ambiente Circular participa do Urban Jungle Bloggers!

O Urban Jungle Bloggers é uma plataforma europeia super bacana idealizada por Igor e Judith, que propõe uma relação mais próxima com o verde em nosso dia a dia e em nossos ambientes (físico e virtuais). Então aí vamos nós!

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E para começar, o tema é “vasos aéreos”,  aqueles charmosinhos que deixam qualquer cantinho mais aconchegante.

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Existem diversas formas de pendurar plantinhas por aí… pode ser em casa, na escola, no escritório, basta deixar a criatividade agir.

E hoje trouxemos uma forma simples e fácil para você espalhar plantas pelos ares.

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Veja o passo a passo, como é simples!
E conheça melhor uma planta que nasceu para “voar”!
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Para fazer, você vai precisar ter em mãos:

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– cachepot (vasinho) de alumínio de cor e tamanho a sua escolha;

– cabo de aço com 3 ponteiras de alumínio para pendurar vasos (que você encontra em vários comprimentos em lojas especializadas em jardim);

– martelo

– bate pregos e prego de espessura média

– alicate

A idéia é fazermos furos para instalar as 3 alças do cabo de aço no vasinho de alumínio.

O alumínio do vasinho é bem fácil de furar, mas antes de nos aventurarmos com o martelo, é bom calcular o exato local dos furos para que o vasinho, quando pendurado, não desequilibre. Por isso, sugiro que você imagine um triângulo de lados iguais por cima da boca do vasinho, mais ou menos assim:

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Em cada ponto onde o triângulo encontra o vasinho (ou seja, nas arestas), você deve marcar o exato lugar onde deverá fazer o furo.

Aí, com cuidado, você posiciona o prego e o bate pregos para que o furo fique perto da borda do vasinho, e martele devagar (sim, devagar pois o prego fura com facilidade o alumínio).

Depois, com o alicate você tira o prego e também alarga o buraquinho para que a ponteira do cabo de aço possa caber.

E agora é só encaixar o cabo de aço e colocar sua plantinha preferidas nas alturas!

 

 

Agora um pouco mais sobre as plantinhas…

Há diversas espécies de plantas que preferem espaços aéreos, seja porque na natureza se instalam no tronco de árvores ou porque suas folhas e ramificações são essencialmente pendentes.

Claro que você pode preferir pendurar uma espécie mais terrestre mesmo, mas em minha opinião o visual das plantas pendentes leva a vantagem de dar mais delicadeza e aconchego que as outras, afinal… estar no alto é parte de sua natureza.

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Por isso, hoje sugerimos a Rhypsalis (a que está mais a direita na foto), planta fácil de manter em espaços internos. Além disso, ela é bem resistente às variações climáticas que estamos sujeitos principalmente nas grandes cidades.

Outra característica bem bacana dessa plantinha é que suas frutinhas atraem passarinhos, então pendure perto de sua janela e em breve você pode receber boas visitas!

Ambiente Circular no Terra Rara!

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Na semana passada estivemos no programa Terra Rara, da Rádio Moarandu, contando sobre a trajetória do projeto Ambiente Circular e nossas perspectivas.

Confira trechos do programa:

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O programa Terra Rara vai ao ar todas as quintas feiras, às 20:00, pela web (www.radiomoarandu.com.br/radio) e tem como foco ecologia e sustentabilidade, apresentando entrevistas, considerações e debates sobre questões da atualidade que afetam a qualidade de vida do planeta.

Nossos agradecimentos a Ruy de Oliveira Jacques, Luiz Deganello e Beatriz Goldman

Não há jogar fora…

Do ponto de vista do planeta, não há jogar fora!

Repensar a forma que vivemos e consumimos – não apenas em relação a quantidade, mas também em relação aos aspectos qualitativos – começa com cada um de nós individualmente conectados e conscientes.

Para reflexões sobre o tema consumo crítico e solidário, a sugestão é consultar o trabalho da professora universitária, pós-doutoranda do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, Luciane Lucas dos Santos – monoculturadoconsumo.blogspot.pt

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Linguagem Corporal

Para ver e refletir: a cientista Amy Cuddy traz informações sobre como a linguagem corporal pode afetar nosso entorno e nossas experiências e como a sabedoria do corpo pode nos ajudar a transformar o que vivenciamos.

 

“Azar do Brasil”, Ruy Castro

O retrato da desconexão com o interesse público na coluna de hoje (19/04) de Ruy Castro na Folha de São Paulo, abaixo transcrita.

“A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse ao jornal gaúcho “Zero Hora” que “acha lindo engarrafamento”, pois “seu negócio é vender combustível”. E informou, orgulhosa: “Estou faturando”. Pelo visto, parece satisfeita com os engarrafamentos que vê a bordo de seu helicóptero ou de que toma conhecimento pelo rádio e pela TV.Como o verbo é livre a ponto de comportar tais afirmações, atrevo-me a dizer que preferiria uma pessoa mais delicada à frente da Petrobras. Por mais que tenha vindo ao mundo para vender gasolina, seu cargo não a autoriza a se comportar como uma frentista de estrada. A Petrobras deve ter compromissos com o povo que a sustenta, e não apenas com o conteúdo dos buracos que perfura.É verdade que a culpa dos engarrafamentos não é exatamente sua, mas do governo a que pertence –o qual vive baixando alíquotas e estimulando a produção e venda de carros para fechar suas contas, com o que asfixia e torna inabitáveis nossas cidades. Isso a despeito da tendência internacional a devolver as cidades aos cidadãos, tirando carros da rua e estimulando o transporte público, as bicicletas e a simples caminhada.

Sei também que o pensamento de Graça Foster deve repetir o de todos que a antecederam na presidência da Petrobras, e que a esta cabe somente cuidar de seus negócios, não “pensar o país”. Talvez devêssemos até agradecer-lhe por ser tão franca: ao contrário de seus antecessores, mais dissimulados, ela torce explicitamente pelo carro, pelo engarrafamento, pelo mau humor no trânsito, pela poluição, e contra o cidadão que lhe paga o salário e compra a sua gasolina.

A tal desprezo pelo equilíbrio urbano e pela qualidade de vida dos brasileiros das cidades, deve corresponder um equivalente pelos contínuos estragos ambientais provocados por sua empresa. Azar do Brasil.”

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